Atlantic Spotted dolphin | Golfinho pintado do Atlântico – Stenella frontalis


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Scientific Name: Stenella frontalis (G. Cuvier, 1829)


Common Name (UK, FR, PT, ES, DE): Atlantic spotted dolphin, Dauphin tacheté de l`Atlantique, Golfinho-pintado-do-Atlântico, Delfín pintado, Zügeldelfin. (Jefferson et al. 2015).


Short Species description: These animals are toothed cetaceans (suborder Odontoceti) with a wide variation in color patterns as they develop. They are born without spots and as they get older the spots develop on the ventral and dorsal surfaces. In body shape they are neither too robust nor too thin. Newborn dolphins are between 0.8-1.2 m long and the adults are up to 2.3 m long with a maximum weight of 143 kg (Jefferson et al. 2015).


The diet of these species consists of epi- and meso-pelagic fishes, squid and benthic invertebrates. Longevity at least 50 years (Carwardine, 2019).


Population status: Least Concern (overall species) by IUCN status. Approximate regional estimates include 45 000 in the western North Atlantic (Carwardine, 2019).


Occurrence in the Azores (including season): Seasonal in the Azores and occur during late spring to late summer (June-October) arriving with the warm waters of the Gulf of Mexico. This species is one of the most sighted during the summer months in the Azores. They approach and interact with the boats and are avid bowriders. These dolphins can be observed in mixed pods with common bottlenose dolphins (Tursiops truncatus), common dolphins (Delphinus delphis) and striped dolphins (Stenella coeruleoalba ) (dos Santos et al. 2016, Jefferson et al. 2015).


Habitat Use: There are two distinct geographical forms of the Atlantic spotted dolphin. One of them is larger, has more spots and inhabit mainly along the continental shelf in warmer waters. The other form is smaller, has lighter spots and can be found in deeper areas and around islands such as the Azores (Jefferson et al. 2015).


Acoustics: These dolphins emit about ten different vocalizations as whistles, squawks, barks and buzzes that correspond to different behaviors. In this species whistles are emitted at frequencies between 7 and 16 kHz (Herzing, 1996, Azevedo et al. 2010).


Pod Size: Usually moderately sized groups with less than 50 individuals. However, in the Azores they can be observed in large groups with hundreds of animals (Jefferson et al. 2015).


Typical Behaviour: These dolphins perform many aerial behaviors and are one the species that most interact with boats in the Azores. They are mainly shallow divers but can dive up to 40-60 m. The pods are generally distributed by gender and age (Jefferson et al. 2015).


Conservation: The main threat for the spotted dolphins are the incidental catches in fishing gear.


|PT|


Nome científico: Stenella frontalis (G. Cuvier, 1829)


Nome comum (UK, FR, PT, ES, DE): Atlantic spotted dolphin, Dauphin tacheté de l`Atlantique, Golfinho-pintado-do-Atlântico, Delfín pintado, Zügeldelfin. (Jefferson et al. 2015).


Breve descrição da espécie: Pertence à subordem odontocetos. Possuem diferentes tipos de padrão de pintas, que vai mundando conforme o estado de vida em que se encontram. Nascem sem pintas e à medida que envelhecem, vão tendo mais pintas, tanto no dorso como na parte ventral. Em termos de formato de corpo, não são bem robustos nem demasiado esguios. Os recém nascidos têm entre 0.8-1.2 metros de comprimento e os adultos podem chegar até aos 2.3 m, com um peso máximo de 143 kg. (Jefferson et al. 2015).


A dieta desta espécie baseia-se em peixes mesopelágios e epipelágicos, lula e invertebrados bentónicos. A longevidade desta espécie poderá ser, pelo menos, até aos 50 anos (Carwardine, 2019).


Estado da população: Pouco preocupante, definido pela IUCN. Estimção regional indica 45,000 no Norte Atlântico ocidental (Carwardine, 2019).


Ocorrência nos Açores: É uma espécie sazonal nos Açores, ocorrendo entre o fim da primavera até ao final do verão (Junho-Outubro). Esta espécie chega aos Açores com as águas quentes oriundas do Golfo do México. É uma das espécies mais avistadas durante os meses de verão. São animais bastante sociais com embarcações. Por vezes é possível observar esta espécie associada com golfinhos comuns, golfinhos roazes e golfinhos riscados(dos Santos et al. 2016, Jefferson et al. 2015).


Habitat: Existem duas variações distintas desta espécie, sendo que uma é maior, tem mais pintas e habitam principalmente em zonas ao logo da plataforma continental. A outra variação já é mais pequena, com pintas menos evidentes e pode ser encontrada em áreas mais profundas e ao redor de ilhas, como os Açores (Jefferson et al. 2015).


Acústica: Estes golfinhos emitem 10 vocalizações diferentes, como assobios e cliques, que correspondem a comportamentos diferentes. Nesta espécie, os assobios são emitidos a frequências entre 7 e 16 kHz(Herzing, 1996, Azevedo et al. 2010).


Tamanho do grupo: Normalmente, são grupos de tamanho moderado, com menos de 50 indivíduos. Contudo, nos Açores podem ser avistados grupos de maiores dimensões, com centenas de animais.(Jefferson et al. 2015).


Comportamento característico: São animais bastante acrobáticos a nível aéreo e é uma das espécies que mais interage com as embarcações. Tendem a fazer mergulhos pouco profundas e de curta duração, mas podem mergulhar até 40-60 m e suster a respiração até 6 minutos. (Jefferson et al. 2015).


Conservação: A principal ameaça dos golfinhos pintados é a captura acidental em redes de pesca.


In the image is possible to see an adult (with a lot of spots) and a calf (colour grey) | Na imagem é possível observar o padrão distintivo, temos um adulto com bastantes pintas e uma cria apenas com coloração cinzenta


In the image is possible to see multiple individuals, all of them adults with different spot patterns | Na imagem é possível observar vários indivíduos, todos eles adultos, com diferentes padrões de pintas




In the images above its possible to see the different aerial behaviours | Nas imagens acima é possível ver diferentes comportamentos acrobáticos aéreos

References | Referências

Azevedo, A.F., Flach, L., Bisi, T.L., Andrade, L.G., Dorneles, P.R., & Lailson-Brito, J. (2010). Whistles emitted by Atlantic spotted dolphins (Stenella frontalis) in southeastern Brazil. The Journal of the Acoustical Society of America 127, pp. 2646–2651. doi:10.1121/1.3308469.


Carwardine, M. (2019) Atlantic Spotted Dolphin. Handbook of Whales, Dolphins and Porpoises of the world, pp.420-425. Princeton University Press, Bloomsbury Publishing Plc.


Dos Santos, R.P, Simião, S., Madruga, P., Mendonça, A.S., Seitre, R. & Pereira, J.N.G. (2016). Anomalously White Atlantic Spotted Dolphins (Stenella frontalis, Cuvier, 1892) Off the Azores. Aquatic Mammals 42, pp. 244-252. doi: 10.1578/AM.42.2.2016.244.


Herzing, D.L. (1996). Vocalizations and associated underwater behavior of free-ranging Atlantic spotted dolphins, Stenella frontalis and bottlenose dolphins, Tursiops truncatus. Aquatic Mammals 22, pp. 61-79.


Jefferson, T.A., Webber, M.A., Pitman, R.L. (2015). Marine Mammals of the World; A Comprehensive Guide of Their Identification. 2nd edition. London: El Sevier.

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